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Sinopse

A obra consiste na tradução (latim-português) de Ephemeris Belli Troiani (Efeméride da Guerra de Tróia), acompanhada de comentário, notas, índices e bibliografia. Trata-se de uma narrativa atribuída a Dictis de Creta, cuja autoria e datação geram, desde logo, acesas controvérsias. A temática principal centra-se numa abordagem da Guerra de Tróia, incluindo o regresso dos combatentes. A versão apresentada revela elementos tradicionais, mas também a introdução de novidades, face à lição homérica. 

Dictis Cretense, ou Dictis de Creta, é oriundo de Cnosso, em Creta. Companheiro de Idomeneu, rei lendário da epopeia homérica que chefiou o destacamento cretense na Guerra de Tróia, foi encarregado de redigir os anais deste conflito bélico que opôs gregos e troianos entre 1200 e 1300 a. C.. Anos mais tarde, quando regressou à sua cidade natal, Dictis ordenou antes de morrer que a sua obra fosse enterrada com ele. De acordo com esta vontade depositaram-lhe no túmulo o texto, escrito em fenício, e guardado dentro de uma caixa. Muito tempo depois, um tremor de terra na cidade de Cnosso deixaria a descoberto o túmulo, de tal maneira que a caixa ficou à vista de quem passava, acabando por ir parar às mãos do imperador Nero. Ao saber que consistia nas memórias de um respeitável varão que havia estado em Tróia, o imperador ordenou a sua tradução para grego. O texto demonstrou ser o mais verídico de todos os que tratavam a Guerra de Tróia. Composto por seis livros e redigido em prosa num estilo tão histórico quanto novelesco, a Edições 70 disponibiliza-o agora, com o aparato crítico esclarecedor de Reina Marisol Troca Pereira.

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Autor

Dictís Cretense

Díctis Cretense, ou Díctis de Creta, é oriundo de Cnosso, em Creta. Companheiro de Idomeneu, rei lendário da epopeia homérica que chefiou o destacamento cretense na Guerra de Tróia, foi encarregado de redigir os anais deste conflito bélico que opôs gregos e troianos entre 1200 e 1300 a. C.

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