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Sinopse

Em 1998 Luís Louro foi convidado a fazer histórias curtas e bem-humoradas para a revista ""EGO"". De imediato abraçou o projecto, brincando com a famosa frase de Descartes ""Cogito ergo sum"", e foi contando com prazer e boa disposição algumas histórias ""picantes"", sem nunca ser deselegante. A revista entretanto acabou mas o Luís tinha já muitas mais histórias completas.

"E agora, o que faço a todo este trabalho de horas de inspiração e dedicação?" Um livro? Não! Dois livros, já que a receptividade do público foi excelente. Esses dois livros esgotaram. 

Agora num novo século, estas ""relíquias"" voltam a estar disponíveis, numa edição integral, completamente retrabalhada, com colaboração das filhas Rebeca (prefácio) e Verónica (retrato) e um pequeno dossier de introdução a este universo, com autoria de Hugo Pinto. São as 22 irónicas e divertidas visões do sexo, que Luís Louro criou sob a denominação comum de “Cogito Ego Sum”!


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Autor

Luís Louro

Luís Louro nasceu em Lisboa, em 14 de Junho de 1965, e é antes de tudo, um contador de histórias. A sua incursão na BD remonta a 1980, ano em que em parceria com Tozé Simões, criou pequenas histórias, algumas das quais viriam a ser publicadas em diversos fanzines entre 1985 e 1990. A sua primeira história editada numa publicação regular, a 1 de Abril de 1985, é Estupiditia II, no Mundo de Aventuras. Este é o ponto de partida para as publicações que se sucedem no Diário Popular, Jornal Júnior, O Mosquito. É no Sábado Popular, um suplemento do jornal Diário Popular, que estreia em Outubro de 1985, a série Jim del Mónaco, lançada em álbum em 1986 pela Editorial Futura, que publicou 4 títulos a preto e branco. Paralelamente, e ainda em 1989, a parceria Louro & Simões estreou-se na Edições Asa, onde é lançado o primeiro álbum da série Roques & Folque (que conta com 3 títulos). As Edições Asa retomam em 1991 a série Jim Del Mónaco, publicando entre 1991 e 1993, sete álbuns a cores. A partir de 1994, inicia a sua carreira a solo (desenhador, argumentista e colorista) com O Corvo, Alice (1995) e Coração de Papel (1997) também com as Edições Asa. Cogito Ego Sum I (2000) sai pela Meribérica e Cogito Ego Sum II (2001) pela Booktree. A sua carreira a solo foi esporadicamente pontuada por colaborações com alguns argumentistas, Rui Zink, em O Halo Casto (2000, Edições Asa), João Lameiras e João R. Santos com Eden 2.0 (2002, Booktree), Rosa Lobato de Faria em ABC das Coisas Mágicas (2004, Edições Asa) e Nuno Markl, com O Corvo – Laços de Família ( 2007, Edições Asa). Em 2004 lança ainda Fadas Láureas com a Prime Books. Ao longo da sua carreira, Luís Louro ganhou vários e importantes troféus. Depois de um interregno de alguns anos, surgem dois novos títulos da série Jim del Mónaco, O Cemitério dos Elefantes (2015) e Ladrões do Tempo (2017) a que se seguem Watchers (dois álbuns publicados em 2018) e Sentinel (dois álbuns editados em 2019) também com as Edições Asa. Em 2020 regressa a uma das suas personagens marcantes com O Corvo IV – Inconsciência Tranquila na Ala dos Livros e publica O Universo Negro (um conjunto de histórias curtas, anteriores a Jim del Mónaco e em parceria com Tozé Simões) com a editora Escorpião Azul. Publica um livro de tiras humorísticas, com uma forte componente de crítica social sobre a realidade da pandemia, Os Covidiotas e O Corvo V - Inimigos Íntimos, em 2021 (Ala dos Livros). Os Covidiotas – Segunda Vaga e o seu álbum mais extenso até à data, Dante (uma viagem a um mundo de fantasia, inspirado no clássico da Divina Comédia) são ambos publicados em 2022, bem como a reedição de luxo de Alice comemorativa dos 25 anos da icónica obra, editada pela Ala dos Livros. Em 2023 prossegue a série do seu herói com O Corvo VI – O Silêncio dos indecentes (Ala dos Livros) continuando a explorar e a construir em profundidade as suas personagens, e surpreendendo sempre até os seus leitores mais fiéis. Em 2024, ano em que se comemora o 30° aniversário do seu consagrado herói no ativo, lança O Corvo VII – O Despertar dos Esquecidos (Ala dos Livros) e o seu primeiro livro infantil, O Corvinho (A Seita). O ano seguinte, 2025, assume-me como um ano fundamental e histórico na carreira de Luís Louro, que celebra 40 anos como autor de BD. É alvo de inúmeras homenagens e comemorações: uma colecção de selos emitida pelos CTT, recebe a Medalha Municipal de Mérito Cultural de Lisboa, e é feito Comendador da Ordem do Mérito pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Por entre exposições que apresentam a sua obra, no festival Maia BD e na Amadora BD, publica também o seu mais ambicioso livro até à data, o romance Os Filhos de Baba Yaga, que conhece um imediato sucesso (com uma reedição ainda no mesmo ano) e que vence o Prémio de Melhor Obra de Autor Português na Amadora BD. E claro, continua a ilustrar a encarnação infantil do seu herói, O Corvinho, com mais dois álbuns infantis.

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