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Detalhes do Produto

Sinopse

As Novas Mil e Uma Noites é um livro de histórias. Nem outra coisa poderia ser, já que tal título — New Arabian Nights, no original inglês — nos remete directa e imediatamente para a fabulosa e famosíssima colectânea das Mil e Uma Noites.

Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida. Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de O Clube dos Suicidas e O Diamante do Rajá, nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de um suposto manuscrito redigido por um misterioso autor árabe.

Com estas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias das Mil e Uma Noites. Diz-nos também que o seu objectivo, ao escrever umas Novas Mil e Uma Noites, era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias — chamemos-lhe assim — pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu com o príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade. A publicação deste segundo volume encerra a publicação desta obra admirável na Assírio & Alvim.

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Autor

Robert Louis Stevenson

Robert Lewis Stevenson nasceu em Edimburgo, na Escócia, a 13 de novembro de 1850. Aos 17 anos, em 1867, entrou na Universidade de Edimburgo para estudar Engenharia, no entanto, o seu verdadeiro interesse eram as artes. Em 1876, conheceu Fanny Osbourne, renomada contista, com quem casou em 1880. Os anos que se seguem são de fértil produção literária: além de continuar a publicar contos em diversos periódicos, nomeadamente na The Cornhill Magazine, deu ao prelo o seu primeiro grande sucesso, A Ilha do Tesouro, em 1883, e, três anos depois, foi a vez de O Estranho Caso do Dr. Jekyll e do Sr. Hyde. Morre aos 44 anos, antes de terminar aquela que poderia ter sido a sua obra-prima, Weir of Hermiston, um romance histórico passado na era napoleónica. Apesar do sucesso que alcançou em vida e da admiração que colheu de vários contemporâneos, como Rudyard Kipling, Jack London ou Bertolt Brecht, Stevenson foi, durante grande parte do século XX, considerado um escritor menor, associado histórias de terror e aventuras para crianças. O final do século, porém, trouxe o merecido reconhecimento artístico a um dos escritores mais conhecidos, lidos e traduzidos de sempre.

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