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A Marcha de Radetzky

Joseph Roth

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Sinopse

A Marcha de Radetzky é, nas palavras do crítico Harold Bloom, «um dos romances mais soberbos, acutilantes e de leitura aliciante que a literatura alemã do século XX produziu», retrato ficcional inigualável do declínio de um império e de uma inteira civilização através da história privada de uma família.

Filho de humildes camponeses eslovenos, o jovem tenente Joseph Trotta torna-se subitamente herói nacional ao salvar a vida do imperador Francisco José no campo de batalha de Solferino. Elevado ao grau de capitão e agraciado com o título de barão, Joseph inaugura, deste modo, a nobre linhagem da sua família, cuja origem obscura se perderá nos livros de História. A partir desse momento, o destino dos Von Trotta espelhará o do próprio Império: Franz, o seu filho, torna-se comissário distrital e meticuloso funcionário de uma administração cujo falhanço não consegue compreender, e o seu neto, Carl Joseph, à imagem do avô, segue relutantemente carreira na Cavalaria, perdendo-se numa vida de indolência e futilidade, demasiado fraco para se rebelar contra os padrões que a família lhe impôs. 

«Grande elegia da Áustria dos Habsburgos, A Marcha de Radetzky é, sem dúvida, o melhor romance de Joseph Roth.» J.M. Coetzee, Prémio Nobel de Literatura 

«A obra de Joseph Roth constitui, juntamente com a de Kafka e a de Robert Musil, o melhor contributo da literatura de língua alemã para a ficção do século XX.» The New Yorker 

Nova tradução do alemão por Paulo Osório de Castro.

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Autor

Joseph Roth

Joseph Roth nasce em 1894 em Brody (Galícia Oriental). Após ter feito a formação primária e secundária nesta cidade, continua os estudos universitários em Lemberg e, posteriormente, em Viena. Participa na Primeira Grande Guerra Mundial. A partir de 1918, trabalha como jornalista e cronista, primeiro em Viena e depois em Berlim. De entre vários romances e novelas escritos na Áustria e no exílio, destacam-se "Hiob" ("Job") e "A Marcha de Radetzky". Enfraquecido pelo consumo excessivo de álcool e não resistindo a uma pneumonia, morre em 1939, no Hôpital Necker (hospital parisiense destinado aos pobres).

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