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A Imperatriz Viúva - Cixi, a Concubina Que Mudou a China

Jung Chang

Sujeito a confirmação por parte da editora


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19,98 € 22,20 €

Detalhes do Produto

Sinopse

Cixi, a imperatriz viúva (1835-1908) é a mulher mais importante da História da China. Governou a China durante décadas e trouxe um império medieval até aos tempos modernos. Durante uma seleção para consortes reais levada a cabo em todo o reino, Cixi foi escolhida com dezasseis anos para ser uma das inúmeras concubinas do imperador. Ascendendo de uma das mais baixas categorias de concubinato, após a morte do imperador, Cixi tomou o trono aos regentes que haviam sido nomeados por ele, chamando a si a governação da China.

Cixi reinou através de tempos historicamente conturbados e de grandes crises internas e externas, e transformou profundamente o país, desenvolvendo todos os setores e infraestruturas necessários a um Estado moderno: indústria, caminhos de ferro, eletricidade e comunicações. Mas desempenhou também um papel importante em reformas sociais que aboliram, por exemplo, práticas de extrema crueldade, como a morte através dos mil cortes ou a tradição de ligar os pés das mulheres.

«A história extraordinária de Cixi tem todos os elementos de um conto de fadas: é bizarra, sinistra, triunfante e terrível.»
The Economist

«Este livro de Jung Chang mergulha numa figura verdadeiramente fascinante: uma ferina consorte imperial que governou por detrás dos tronos de dois e sucessivos imperadores chineses e que conduziu a China até ao século XX. Uma história maquiavélica narrada pela autora da biografia definitiva de Mao.»
New York Magazine

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Autor

Jung Chang

Jung Chang nasceu a 25 de Março de 1952, em Yibin, na província de Sichuan. Os seus pais eram militantes e dirigentes do Partido Comunista. Aos 14 anos, Jung tornou-se membro da Guarda Vermelha, em plena Revolução Cultural - mas foi por recusar atacar os seus professores e os seus pais, no clima de violência criado por Mao, que se tornou oponente do regime. Em Cisnes Selvagens, Jung trata o modo como Mao perseguia, até à morte, os seus opositores. Deixou a China em 1978, vive em Londres e escreveu (com o seu marido, o historiador Jon Halliday) a mais longa, exaustiva e polémica biografia do dirigente chinês.

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