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Sinopse

Em quatro décadas de democracia em Portugal, europeização e democratização funcionaram como duas faces da mesma moeda: a europeização constituiu um fator de consolidação da democracia, como a democratização constituiu um fator de legitimação da Europa. Ora, foi esse pressuposto fundamental que a crise europeia e, sobretudo, a forma como a União Europeia a geriu vieram pôr em causa. É esse o objeto central deste livro. Até onde foi o processo de europeização da democracia portuguesa?
O governo, o parlamento, os tribunais e a sociedade civil?
O consenso sobre a opção europeia? E até que ponto a crise o pôs em causa e gerou um processo inverso de «deseuropeização»?

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Autor(es)

António Costa Pinto

Investigador Coordenador no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e Professor Convidado no ISCTE-IUL. Doutorado pelo Instituto Universitário Europeu, foi Professor visitante nas Universidades de Stanford (1993), de Georgetown (2004) e do Instituto de Estudos Políticos (Paris) (1999-2003), e Investigador visitante nas Universidades de Princeton (1996) e da Califórnia-Berkeley (2000 e 2010). Foi presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política, sendo as suas principais áreas de investigação o fascismo e o autoritarismo, a democratização e a descolonização, as elites políticas e o estudo comparativo das mudanças políticas na Europa. Publicou recentemente  O Passado Que Não Passa. A Sombra das Ditaduras na Europa do Sul e na América Latina (co-direcção, Civilização Brasileira, 2013) e História Contemporânea de Portugal (co-direcção, MAPFRE/Objetiva, 2013-2015, 5 volumes).

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Nuno Severiano Teixeira

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