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A Canção dos Velhos Esposos / La Chanson des Vieux Époux

Ana Roque (Ilustr.), Pierre Loti

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Detalhes do Produto

Sinopse

Creio que o primeiro livro de Loti que li foi Pescador da Islândia. A sua Bretanha era, para mim, exótica o bastante. Mas só os títulos do seu orientalismo, hoje tão criticável (o que tanto me dá), vieram a cativar verdadeiramente o meu desejo deescapist entertainment, de fuga à realidade circundante, sob a forma de outros espaços e tempos, ainda que caricaturais e eurocêntricos (sim, sou desses, pelo menos quando se trata de ficção e, mais especificamente, de ficção fin de siècle). A Ilha de Páscoa, então, foi um encanto, complementando as narrativas de Jacques-Yves Cousteau, Thor Heyerdahl ou Francis Mazière que lera na adolescência. E, décadas volvidas, quando este conto me veio parar às mãos, estando temporariamente sem trabalho tradutório remunerado, lancei mãos à obra (quem dera que a tradução pudesse ser sempre feita assim, mas há a pequena questão do almoço e do Euromilhões que teima em não chegar…). Espero que se divirtam a lê-lo. Nem sempre é preciso mais do que isso, sobretudo se não se for um chato da pinica, se me é permitida a expressão brejeira. E, já agora, espero que apreciem as ilustrações com que a Ana nos enriqueceu o prazer da leitura. É tudo. Chega? É que, quanto ao estruturalismo, por exemplo, não se me oferece dizer nada. Nadinha. (Miguel Martins)

Tradução de Miguel Martins. Ilustrações de Ana Roque.

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Autor(es)

Pierre Loti

Pierre Loti, pseudónimo do escritor e oficial da marinha Louis-Marie-Julien Viaud, nasceu em Rochefort, em França, a 14 de janeiro de 1850. A sua carreira naval permitiu que viajasse pelo mundo, experiência que irá marcar fortemente os seus romances autobiográficos e impregnados de um exotismo nostálgico. Embora dispensado das reuniões presenciais devido aos seus deveres militares, o autor foi eleito membro da Academia Francesa a 21 de maio de 1891, facto que explicará o respeito que os seus pares escritores lhe deverão ou ainda a decisiva influência que desempenhou, a título exemplar, na obra de Marcel Proust. Escrevendo a um ritmo incessante, entre um a dois livros por ano, Loti fala-nos de lugares tão diversos como a China, o Japão, o Senegal, Marrocos ou a ilha de Páscoa. Destacam-se as suas obras O Pescador de Islândia (1886), O Livro da Piedade e da Morte (1891) e As Desencantadas (1906). Morre a 10 de junho de 1923, em Hendaye.

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Ana Roque

É designer e ilustradora, algumas vezes para os amigos. Para o Miguel Martins foi também trompetista, uma única vez.

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