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Tenho Cinco Minutos Para Contar Uma História

Fernando Assis Pacheco

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Sinopse

CRÓNICAS RADIOFÓNICAS INÉDITAS ASSINALAM A DATA EM QUE FERNANDO ASSIS PACHECO FARIA 80 ANOS. Tinha apenas cinco minutos, numa crónica matinal de domingo para a Radiodifusão Portuguesa, entre 1977 e 1978. Mas eram cinco minutos em que Fernando Assis Pacheco conseguia falar do futebol de botões da sua infância, do dia em que se foi casar de bicicleta, lançar adivinhas, pensar um país onde só agora a luz eléctrica chegava a alguns sítios e deixar-se levar com o ouvinte pela «vida, a vida insidiosa e metediça, a vida piolho na costura, comichão na pele, assombração inesperada, sempre a electrizar-nos». Algumas destas crónicas chegam ao livro directamente a partir do arquivo áudio da RDP, outras estavam dactilografadas, prontas para a leitura semanal, todas feitas com o mesmo cuidado aplicado pelo autor à prosa, à poesia ou ao trabalho nos jornais. E juntas vão celebrar e assinalar o dia em que, quase 40 anos depois de terem ido para o ar, Fernando Assis Pacheco faria 80 anos.

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Autor

Fernando Assis Pacheco

Fernando Assis Pacheco (1937-1995) nasceu em Coimbra, cidade onde se licenciou em Filologia Germânica e onde viveu até iniciar o serviço militar, em 1961. Na juventude, foi actor de teatro e redactor da revista Vértice. Cumpriu parte do serviço militar em Portugal, tendo seguido como expedicionário para Angola, onde esteve até 1965. Nunca conheceu outra profissão que não fosse o jornalismo: deixou a sua marca de grande repórter no Diário de Lisboa, na República, no Jornal de LetrasArtes e Ideias, no Musicalíssimo e no Se7e, onde foi diretor-adjunto. Foi também redator e chefe de redação de O Jornal, semanário onde durante dez anos exerceu crítica literária, e colaborador da RTPCuidar dos Vivos (1963) foi o seu livro de estreia. Entre os demais livros que publicou, encontram-se Variações em SousaWalt e Trabalhos e Paixões de Benito PradaA Musa Irregular ? Edição aumentada reúne toda a sua produção poética e inclui vários inéditos. Assis Pacheco traduziu para português Pablo Neruda e Gabriel García Márquez. Morreu a 30 de novembro de 1995, à porta de uma livraria.

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