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Sobre a Leitura

Marcel Proust

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Sinopse

Sobre a Leitura obre a Leitura começou por ser o prefácio de Proust à sua tradução de Sésame et les Lys de John Ruskin, um dos mais influentes críticos de arte do princípio do século, cujas teorias estéticas muito impressionaram o romancista francês. Publicado em 1905 em revista, desde 1919 aparece integrado no livro Pastiches et Mélanges com o título «Journées de Lecture» («Dias de Leitura»). Neste texto, Proust reflecte intensamente sobre a sua experiência da leitura, prestando-se admiravelmente para o estudo da problemática da leitura, hoje tão oportuno como outrora.
O estudo de apresentação de José Augusto Mourão, também o responsável por esta nova versão em língua portuguesa, é o melhor exemplo das virtualidades reflexivas e críticas deste ensaio. A nossa tradução baseia-se na edição estabelecida por Antoine Compagnon, um dos mais eminentes especialistas proustianos da actualidade (Paris, Éditions Complexe, 1987).

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Autor

Marcel Proust

Marcel Proust nasceu a 10 de Julho de 1871, em Auteuil, filho de Adrien Proust, um professor de medicina conceituado, e de Jeanne Weil (nome de nascimento), de uma família judaica abastada. Posicionou-se, entre 1897 e 1899, a favor da libertação do capitão do exército Alfred Dreyfus, injustamente acusado de traição à pátria. A morte do pai e da mãe, em 1903 e 1905, deixaram-no numa solidão e desgosto profundos, conferindo-lhe, por outro lado, a independência financeira que lhe permitirá mais tarde dedicar-se exclusivamente à sua obra maior, À la recherche du temps perdu [Em Busca do Tempo Perdido], publicado em sete volumes, entre 1913 e 1927. Antes do romance, Proust escreveu um livro de contos, Les plaisirs et les jours, publicado em 1896, e uma novela autobiográfica, Jean Santeuil, que saiu postumamente em 1952. Traduziu The Bible of Amiens e Sesame and Lilies do crítico inglês John Ruskin, e publicou, em 1919, Pastiches et Mélanges, uma recolha de prefácios e artigos. Em Contra Sainte-Beuve, obra fragmentária e inacabada, escrita entre 1908 e 1909, e publicada postumamente em 1954, Proust revela-se um extraordinário crítico literário. De 1914 até ao fim da vida, Proust teve como governanta Céleste Albaret, testemunha privilegiada da composição de Em Busca do Tempo Perdido, e autora do livro de memórias Monsieur Proust (Imprensa da Universidade de Lisboa, 2018). Proust morreu em Paris, a 18 de Novembro de 1922, não sem antes ter posto um termo ao romance com a escrita da palavra «Fim».

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