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Secretário - Memórias

Maria Vitalina Leal de Matos

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Sinopse

O testemunho de uma figura marcante da literatura e do mundo universitário português, mas, também, a voz inquietante e inquietada de uma mulher católica num mundo em mudança. Um documento importante para observar, por um filtro diferente, muitas das mutações que marcaram a nossa realidade num passado próximo.…

«Sempre me impressionou a diferença entre as pessoas que ouvem e as que não. Há aqueles que nos ouvem de tal maneira que compreendem até aquilo que nem chegámos a dizer. Todo o professor tem a experiência de alunos assim, que são uma bênção. Depois há aqueles que às vezes ouvem e aprendem. E há por fim os outros que, por mais que digamos e apelemos, percebemos como as nossas palavras escorrem por cima deles como por um oleado sem fissura. São surdos por convicção.»

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Autor

Maria Vitalina Leal de Matos

Professora universitária, investigadora e ensaísta, licenciou-se e doutorou-se na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, tendo apresentado como dissertação de doutoramento uma tese sobre O Canto na Poesia Épica e Lírica de Camões: Estudo da Isotopia Enunciativa. Durante a sua formação anterior ao doutoramento, frequentou em Paris seminários da École Pratique des Hautes Études, tendo trabalhado sob a orientação de A. J. Greimas e Gérard Genette. É professora catedrática daquela Faculdade de Letras desde 1981. Tem-se consagrado regularmente à docência universitária, sobretudo no âmbito da Literatura Portuguesa Clássica, privilegiando em especial os estudos camonianos, para cuja renovação e aprofundamento tem contribuído decisivamente. Dirigiu a Revista da Faculdade de Letras entre 1986 e 1988. Membro de diversas associações culturais e outras organizações portuguesas e estrangeiras, designadamente do Conselho Geral da Comissão Nacional da UNESCO (1985-1988) e da Comissão Nacional da Língua Portuguesa (1989), proferiu inúmeras conferências, tanto em Portugal como noutros países da Europa e no Brasil, participou em múltiplas reuniões científicas e publicou ensaios nas revistas Estudos Portugueses, Oceanos, Românica, Arquipélago, Brotéria, nos Arquivos do Centro Cultural Português, etc. Colaborou no Dicionário de Literatura (dirigido por Jacinto do Prado Coelho), no Dicionário Biográfico Universal de Autores e na Biblos: Enciclopédia Verbo das Literaturas de Língua Portuguesa. Em 1998 fez parte do júri do prémio da crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários. É comendador da Ordem do Mérito e «officier de l'Ordre National du Mérite» (França). In DGLB online

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