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Rir é Realmente o Melhor Remédio - Queixas de Doentes em Linguagem Genuína

Victor Vaz Moreira

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Sinopse

Numa altura em que o conhecimento médico se torna cada vez mais técnico e especializado, há algo profundamente humano e enriquecedor na arte de escutar e recolher histórias. Este livro, fruto do trabalho e dedicação de um médico observador da alma humana, surge como um tesouro que preserva e compartilha a voz das pessoas comuns, aquelas que, nas suas experiências com a saúde e a doença, revelam um mundo de sensações, medos, esperanças e saberes que muitas vezes escapam ao olhar clínico convencional.
Ao longo de vários anos de prática, o autor foi compilando uma coleção de testemunhos de doentes e de formas diversas, mais ou menos adequadas, de expor os seus problemas. Assim, esta obra é, sobretudo, uma janela para o rico mundo das expressões populares que surgem no contexto da saúde e da doença. - do prefácio - Ana Filipa Pires

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Autor

Victor Vaz Moreira

Victor Vaz Moreira nasceu em Castelo Branco em 1955, aí frequentou a escola primária, onde muitos dos colegas magricelas iam vestidos com trapos remendados, mas muito limpinhos, caminhavam descalços e com os pés partiam o gelo do caminho, calcetado com paralelepípedos de granito. Estudou no Liceu D. Pedro V em Lisboa. Licenciou-se em Medicina em 1980 e especializou-se em Medicina Geral e Familiar. Foi toda a sua juventude um desportista. Distinguiu-se no xadrez pelo Sporting Club de Portugal e aos 13 anos já fazia parte da equipa de primeiras categorias, constituída somente por adultos. Na luta greco-romana pela Académica da Amadora, foi campeão nacional, medalha de ouro. Na vela, ficou em 2.º lugar no campeonato nacional de catamarans, em 1981, medalha de prata. Foi Diretor dos Centros de Saúde do Concelho do Montijo. Fundou o Agrupamento n.º 556 do Corpo Nacional de Escutas em 1985. Fundou um grupo de ciclismo amador juvenil com o apoio da Junta de Freguesia de Pegões. Foi redator-colunista do Jornal de Pegões. Ainda exerce na pequena aldeia de Pegões-Velhos, como médico de família desde há 41 anos. Além de se dedicar à escrita, quer em prosa, quer em poesia, também se dedica à pintura artística, nas suas várias vertentes.

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