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Outrora e Outros Tempos

Olga Tokarczuk

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Sinopse

Prémio Nobel de Literatura

Outrora é uma aldeia polaca situada no centro do mundo e protegida por quatro arcanjos. Esta mítica aldeia, onde a relva sangra, a roupa tem memória e os animais falam por imagens, é povoada por personagens excêntricas e inesquecíveis – humanas, animais, vegetais, minerais – cujas existências obedecem aos ciclos das estações e à inexorável passagem do seu Tempo, mas também aos acontecimentos externos. 
Durante três gerações, este microcosmo instável e arrebatador assiste ao eclodir de uma Grande Guerra, à Crise, a uma nova e Segunda Grande Guerra, à Ocupação Nazi, à invasão Russa, e ao choque entre a modernidade e a natureza, espelhando a dramática história da Polónia do século xx. 

Primeiro grande sucesso de Olga Tokarczuk, vencedor do prestigiado Prémio da Fundação Koscielski, Outrora e Outros Tempos é um romance histórico, filosófico, mitológico e, no dizer da crítica, «um clássico da literatura europeia contemporânea». A autora sempre quis escrever um livro como este: «A história de um mundo que, como todas as coisas vivas, nasce, cresce e depois morre… Cozinhas, quartos, memórias de infância, sonhos e insónia, reminiscências e amnésia fazem parte dos seus espaços existenciais e acústicos, compondo as diferentes vozes da sua história.» 

«Discretamente poderosa, esta é uma fábula que perdurará nas nossas memórias.» - World Literature Today



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Autor

Olga Tokarczuk

Olga Tokarczuk nasceu em Sulechów, uma pequena cidade polaca, em 1962. É celebrada como uma das melhores escritoras europeias da actualidade. É autora de oito romances e de três volumes de contos. Recebeu por duas vezes o mais importante prémio

literário do seu país, o Prémio Nike; em 2018, foi finalista do Prémio Femina Estrangeiro e vencedora do Prémio Internacional Booker, com Viagens. Os seus livros estão traduzidos em mais de trinta línguas. Em 2019, foi distinguida pela Academia Sueca com o Prémio Nobel de Literatura pela sua «imaginação narrativa, que com uma paixão enciclopédica representa o cruzamento de fronteiras como forma de vida».

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