Partilhar

O Tango de Satanás

László Krasznahorkai

Em Stock


Desconto: 10%
15,75 € 17,50 €

Detalhes do Produto

Sinopse

Prémio Man Booker International 2015.

Quando julgamos que nos vamos libertar, na verdade estamos apenas a mudar as cadeias. 

Ler O Tango de Satanás (1985), a obra de estreia de László Krasznahorkai, é entrar de corpo e alma numa pluviosa experiência hipnótica, e sentir que, como teia de aranha em recantos escuros, uma fina fuligem existencial se deposita na mente. Neste livro, uma pequena comunidade isolada e ao abandono na planície húngara, batida pelo vento e pela chuva incessante, confronta-se com o regresso do misterioso Irimiás – demónio ou messias, trapaceiro ou salvador da aldeia? –, que se julgava morto e que dividirá para conquistar. Dança de esperanças e fracassos, O Tango de Satanás é uma meditação sobre a crença em falsos profetas no rescaldo de utopias falhadas, os passos que damos à beira do abismo e as histórias que contamos para sobreviver e iludir. Em 1994, deu origem ao filme de culto homónimo, realizado por Béla Tarr.

Tradução do húngaro de Ernesto Rodrigues e prefácio de Rogério Casanova.

«Um livro inexorável e visionário de um mestre húngaro do apocalipse.»
Susan Sontag

«Um autor intenso e intransigente. A universalidade da sua escrita rivaliza com a de Almas Mortas, de Gógol.»
W. G. Sebald

«Um dos livros mais assombrosos de László Krasznahorkai. Uma obra ímpar na literatura contemporânea.»
The New York Review of Books

Ler mais

Autor

László Krasznahorkai

László Krasznahorkai (n. 1954) é um dos maiores escritores contemporâneos, traduzido em várias línguas. «Mestre húngaro do apocalipse», segundo Susan Sontag, e «autor intenso e intransigente», segundo W. G. Sebald, estudou direito e literatura em Budapeste e foi editor nos anos 80, antes de se dedicar exclusivamente à escrita. Trocou a Hungria comunista por Berlim, em 1987, e viajou pelo Japão e pela China, nos anos 90, década em que viveu também em Nova Iorque, na casa de Allen Ginsberg - que o terá aconselhado quando escrevinhava Guerra & Guerra à mesa da cozinha. A sua obra visionária, constituída por romances, ficção breve e guiões, é um ambicioso projecto, profundamente influenciado por Kafka e Beckett, que analisa a realidade até à loucura e que, num estilo arrebatador, reflecte sobre a decadência e o homem eternamente dilacerado entre a criação e a destruição. Da sua fértil colaboração com o cineasta Béla Tarr, resultaram várias adaptações cinematográficas (O Tango de Satanás e As Harmonias de Werckmeister) e o argumento original d'O Cavalo de Turim.

Ler mais