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Detalhes do Produto

Sinopse

A história do futebol também é a dos desafios feministas, a da democracia corinthiana de Sócrates e companhia, a da biblioteca operária do Canido Sporting, a do Breogán F.C., a das mocidades galeguistas, a das seleções nacionais auto-geridas das Siareiras Galegas, a da reinvenção do futebol gaélico ou a do Encrobas Clube de Fútbol ("fura, fura, que Encrobas dura!"), símbolo que mantém viva a paróquia destruída por FENOSA. Este outro futebol, o que amavam Eduardo Galeano e Pier Paolo Pasolini, é o que está trás este livro de Carlos Taibo. Ele, como já fizera no seu dia o anarquista Manuel Rodríguez Matos, tanto pode dar um comício aos peões de Ordes e Celas de Peiró como falar na Sociedade Deportiva de los Castros sobre a ética no desporto e fazer as duas cousas como parte do mesmo projeto: sermos mais livres.

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Autor

Carlos Taibo

Carlos Taibo foi durante trinta anos professor de Ciência Política na Universidade Autónoma de Madrid. Publicou monografias sobre assuntos como a globalização, a hegemonia dos Estados Unidos, os movimentos de resistência, o decrescimento ou o pensamento libertário. Entre os seus últimos livros em galego-português contam-se Decrescimento, crise, capitalismo (2010), Parecia não pisar o chão. Treze ensaios sobre as vidas de Fernando Pessoa (2010), Galego, português, galego--português? (juntamente com Arturo de Nieves) (2013), O penálti de Djukic (2016), Colapso(2019), A tortilha de Betanços (2020) e Ibéria esvaziada. Despovoamento, decrescimento, colapso (2022). Este volume é uma falsa autobiografia que examina, com retranca, a relação de Taibo com as línguas e, nomeadamente, com o mundo galegoportuguês.A capa é da autoria de Miguel Durão.


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