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O Direito à Preguiça

Paul Lafargue

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Sinopse

O Direito à Preguiça é um ensaio escrito pelo revolucionário francês Paul Lafargue em 1880 e que entra em choque com as ideias de “direito ao trabalho” tão em voga no seu tempo, tanto por parte de liberais como de conservadores e até socialistas.

De forma ainda hoje polémica, Lafargue critica essas ideias como escravizadoras da existência humana ao reduzirem o objectivo principal da vida dos povos e defende que o progresso da humanidade se verifica mais amplamente quando à preguiça as civilizações juntaram a criatividade.

E assim, podemos ver a Grécia Antiga, e os seus filósofos, que no seu momento áureo só mostrava desprezo pelo trabalho, sendo este reservado para os escravos. Os homens livres cultivavam a mente e o corpo.

O Direito à Preguiça foi uma obra polémica quando da sua publicação e continua hoje a sê-lo. Contudo, os seus ensinamentos, com uma boa dose de equilíbrio, continuam a ser válidos para o bem-estar de todos aqueles que levam uma vida produtiva.

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Autor

Paul Lafargue

A vida de Paul Lafargue (1842-1911), intelectual revolucionário e genro de Karl Marx, é indissociável da história do socialismo francês. Nascido em Santiago de Cuba, fixou-se em Paris em 1851, onde estudou Medicina e viu despertar o seu interesse pela vida política. Expulso da universidade por actividades subversivas, exilou-se em Londres, onde dinamizou a Primeira Internacional. A convicta defesa da Comuna de Paris valeu-lhe várias penas de prisão, a perseguição pelas autoridades e a fuga para Espanha.

Foi um fecundo polemista e redactor em periódicos como L’Egalité e La Tribune. Suicidou-se, com Laura Marx, em 1911.

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