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Mocidade Portuguesa

Jorge Calado

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Sinopse

O que é isto? O retrato de um estilo de vida esquecido; o passado contado por um jovem que aprendeu a treinar a memória e que cresceu relacionando as ciências com as artes. Não é uma biografia, nem um livro de memórias, muito menos um ensaio de pendor social, embora partilhe aspetos com todos estes géneros. A história começa numa casa em Lisboa, percorre o bairro, atravessa a cidade, espalha-se pelo país, para acabar em Oxford, no Reino Unido. Uma viagem no tempo, física e mental, ao longo de trinta anos, balizada por livros, bichos, filmes e óperas, sem respeitar as unidades aristotélicas de espaço, tempo e ação. A mente como museu de memórias cujo conteúdo é imperioso estudar, conservar e divulgar. Um fluxo de consciência onde tudo está relacionado com tudo o resto, formando um objeto redondo, sem princípio nem fim. Organizada em três secções — Casa, Cidade, Mundo — esta Mocidade Portuguesa debruça-se sobre o azul (a cor da paz e da liberdade), aprende com Shakespeare (que nos legou o mais completo retrato da espécie humana) e descobre em Oxford como repartir o entusiasmo entre o trabalho e a vida.


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Autor

Jorge Calado

Jorge Calado tem desenvolvido carreiras paralelas nas ciências e nas artes. Licenciou-se em engenharia química pelo Instituto Superior Técnico (IST), e doutorou-se em química pela Universidade de Oxford. Professor catedrático (emérito) de química-física no Instituto Superior Técnico, foi também professor catedrático-adjunto de engenharia química na Universidade de Cornell, NY. Publicou mais de 170 artigos em revistas internacionais sobre termodinâmica de líquidos moleculares e energética das apatites e gerou mais de 130 doutoramentos diretos e indiretos. Foi o primeiro químico a receber o Prémio Ferreira da Silva, o mais alto galardão da Sociedade Portuguesa de Química. Membro de várias comissões científicas internacionais (no âmbito da IUPAC, Conselho da Europa, OTAN, INTAS e UE), foi também membro da Junta de Diretores e diretor executivo da Comissão Cultural Luso-Americana. É sócio efetivo da Academia de Ciências de Lisboa desde 1988. Muito interessado nas relações entre as ciências e as artes, regeu cursos como "A Arte da Ciência" e "Arte, Ciência, Técnica e Sociedade" em Cornell e no IST. Autor do capítulo sobre Ciência na história da "Fundação Calouste Gulbenkian: Cinquenta Anos 1956-2006". É crítico cultural do semanário "Expresso" desde 1986, e contribuiu para o "Times Literary Supplement" (história e filosofia da ciência), "Opera News", "Opera Now" e "Agenda XXI". Concebeu e dirigiu os primeiros cursos de pós-graduação em Administração das Artes em Portugal (no Instituto Nacional de Administração), e fundou a IST Press. Em 1987, a pedido da Secretaria de Estado da Cultura, criou a Coleção Nacional de Fotografia. Comissariou mais de 25 exposições de fotografia em Portugal, França, Bélgica, Reino Unido e EUA. O seu livro mais recente é Limites da Ciência, publicado pela FMS em 2014.

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