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Manual Prático de Gatos para Uso Diário e Intenso

Euigénio Lisboa

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Detalhes do Produto

Sinopse

Gostar de gatos é como entrar para a máfia: uma vez dentro, não há como sair.

O último livro de Eugénio Lisboa.

Sabia que há uma comunidade secreta que tem no altar um deus, o gato? O seu lema: «Começar a gostar de gatos é como entrar para a máfia: uma vez dentro, não há como sair.»

Manual Prático de Gatos para Uso Diário e Intenso é o livro que denuncia essa comunidade e as suas práticas, tão felinas como poéticas. Sim, Manual Prático de Gatos para Uso Diário e Intenso é um livro de poemas de Eugénio Lisboa, o poeta e ensaísta que nos deixou recentemente. Mas este Manual Prático é sobretudo um acto de pura hagiografia, ou seja, de louvor e veneração à superior sabedoria e personalidade dos gatos. 

Eugénio Lisboa, em 31 poemas, canta os gatos tal como o fizeram Leonardo Da Vinci, Charles Dickens ou Jean Cocteau. Mas o poeta não está sozinho e há uma comunidade, nas sombras, a trocar cartas, mensagens, emails, a trocar fotos e mais fotos com Eugénio Lisboa. Com o consentimento do poeta, essas fotografias, agora reproduzidas, fazem deste livro um pequenino museu doméstico, que todos os amantes de gatos vão querer guardar como um tesouro. Aos poemas de Eugénio Lisboa, escritos pouco antes da sua morte, e às fotografias recolhidas por Otília Pires Martins, que é hoje a guardiã da Ísis, a gata de Eugénio Lisboa cuja imagem dá capa ao livro e que estes poemas imortalizam, junta-se um magnífico texto do escritor Onésimo Teotónio de Almeida: nele se faz também a pequena história dessa comunidade de humaníssimos amantes de gatos, dos seus emails e das suas fotografias. 


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Autor

Euigénio Lisboa

Eugénio Almeida Lisboa (Lourenço Marques, 25 de maio de 1930 – Lisboa, 9 de abril de 2024) foi um ensaísta e crítico literário português, especialista em José Régio. Colaborou em diversos jornais e revistas e foi autor de programas radiofónicos de divulgação de teatro. Dedicou-se ao estudo da literatura portuguesa e particularmente do Neorrealismo, tendo publicado, entre outros títulos, José Régio - A Obra e o Homem (1976), O Segundo Modernismo em Portugal (1977) e Poesia Portuguesa: do "Orpheu" ao Neorrealismo (1980). Ocupou o cargo de adido cultural da Embaixada de Portugal em Londres.

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