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Sinopse

UMA OBRA ORIGINAL E DE REFERÊNCIA

UM GUIA ÚNICO PARA SABER COMO SURGIRAM MAIS DE 100 EDITORAS, A QUE GRUPOS POLÍTICOS ESTAVAM  LIGADAS, AS RELAÇÕES COM A PIDE E AS SUAS PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO DEPOIS DO 25 DE ABRIL.

Os livros podem mudar um país ou contribuir para pôr fim a uma ditadura? Portugal assistiu desde os finais dos anos  60 e após a queda da ditadura em 1974 a um forte incremento da edição política. Parte de um movimento cultural e político mais amplo, este boom editorial tinha, numa primeira fase, um carácter oposicionista, revelando depois a libertação política e cultural decorrente do fim da opressão.   

Ao longo deste processo, surgiram inúmeras editoras com um cunho claramente político-ideológico. Muitas delas  tinham vínculos a partidos; outras, a distintos sectores da sociedade como os católicos progressistas, a grupos de  direita ou a outros sem vinculação política específica, respondendo, assim, as editoras aos anseios de informação e formação de grande parte dos portugueses. Desta forma, a edição reflectiu o pensamento e as propostas de cada um dos agrupamentos políticos e sociais, proporcionando canais de expressão que contribuíram decisivamente para tornar Portugal num país mais livre, mais moderno e mais justo. 

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Autor

Flamarion Maués

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