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Linhas Vermelhas: Crítica da Crise-como-política

José Manuel Pureza

Sujeito a confirmação por parte da editora


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Detalhes do Produto

Sinopse

O Portugal do próximo futuro será evidentemente um país mais pobre, resultado da redução salarial generalizada, da brutal penalização das reformas e da perda de salário indireto traduzida no esfacelamento prático das políticas de universalidade de serviços públicos essenciais como a educação, a saúde ou a segurança social. Não se trata de uma consequência entre outras e muito menos de uma espécie de efeito colateral não desejado do programa de ajustamento. Não, o empobrecimento e a penalização do trabalho foi – e é – o núcleo essencial do programa da crise-como-política concretizado em Portugal. Para a crise-como-política não há linhas vermelhas. A luta por essas linhas inultrapassáveis, sempre mais avançadas, em vista da transformação profunda dos mecanismos que as tornam necessárias, está no coração da identidade histórica da esquerda. Diante da pujança inédita da crise-como-política, ela é mais importante hoje que nunca. É dessa luta que dá conta este livro. E é nela que toma partido.

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Autor

José Manuel Pureza

Professor Associado com Agregação na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, onde cocoordena o Programa de Doutoramento em Política Internacional e Resolução de Conflitos. Investigador do ces, onde cocoordena o Núcleo de Humanidades, Migrações e Estudos para a Paz.

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