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Ecrãs, Um Desastre Sanitário - Ainda Vamos a Tempo de Agir

Servane Mouton

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Detalhes do Produto

Sinopse

«Está em jogo o futuro da Humanidade.»

Em Ecrãs, Um Desastre Sanitário – Ainda vamos a tempo de agir, Servane Mouton alerta: a exposição excessiva aos ecrãs tem graves impactos na saúde mental e física das crianças e jovens, causando distúrbios do sono, da visão, do desenvolvimento neurológico, socio-emocional e da linguagem, assim como no meio ambiente e no modelo económico.

Do ponto de vista médico, fala-se apenas em uso ex¬cessivo, abusivo, problemático. No entanto, crianças e adultos associam cada vez mais o termo «dependência» aos ecrãs, mostrando-nos que é mais do que tempo de avaliar os benefícios da revolução digital – potenciada pelas redes sociais e pela Inteligência Artificial – à luz das suas externalidades negativas, tanto individuais quanto sociais e ambientais.

Quem são os responsáveis? Quais são os riscos acrescidos dos ecrãs para o nosso cérebro? Sabemos o que podemos perder? Como vamos sair da hipnose e recuperar o controlo?

Écrãs, Um Desastre Sanitário é um grito de alarme, mas também de esperança.


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Autor

Servane Mouton

É mestre em Neurociências e médica neurologista e neurofisiologista, especializada em psicopatologia das aprendizagens, focando-se no principalmente no neurodesenvolvimento e suas perturbações, assim como nas ligações entre saúde e meio ambiente.
Em 2017, montou o seu próprio consultório em Neuville-sur-Saône, onde atende sobretudo adultos com Alzheimer, epilepsia ou enxaquecas crónicas.
Alarmada com o uso excessivos dos ecrãs, juntou-se, em 2023, a outros 25 cientistas e profissionais de saúde para publicar Humanité et numérique: Les liaisons dangereuses, um relato abrangente das consequências da hiperconectividade na saúde, sociedade e ambiente.
Entre Janeiro e Abril de 2024, co-presidiu a comissão para o estudo do impacto da exposição dos jovens aos ecrãs, cujo relatório «Enfants et Écrans. À la recherche du temps perdu» apresentou dados alarmantes e 29 recomendações para se solucionar o problema.
Autora de numerosos artigos, tornou-se porta-voz da causa, dando inúmeras conferências e entrevistas, e intervindo junto das mais altas esferas do Estado francês.

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