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Direito do Trabalho e Ideologia

Monografias

Manuel Carlos Palomeque Lopez

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Sinopse

INTRODUÇÃO


A RAZÃO DE SER DO DIREITO DO TRABALHO


I. Trabalho e Conflito Social no Sistema de Produção Capitalista
II. O Estado e a Condição das Classes Trabalhadoras no Cenário da Revolução Industrial: A «Questão Social»
III. A Organização e a Acção Política e Sindical do Proletariado
IV. A Intervenção Defensiva do Estado na Questão Social: Da Legislação Ope-rária ao Direito do Trabalho
V. A Função Social do Direito do Trabalho
A) Função social duradoura e permanência do Direito do Trabalho
B) As transformações do Direito do Trabalho e o debate político sobre a sua determinação
C) As relações entre o Direito do Trabalho e a crise económica
D) A adaptação do marco institucional do mercado de trabalho à realidade económica mutável
VI. O Conteúdo Normativo do Direito do Trabalho


CAPÍTULO I


UMA «LOUCURA LEGISLATIVA DO NOSSO TEMPO»: A LEGISLAÇÃO OPERÁRIA


I. Questão Social e Conflito de Classes na Espanha da Segunda Metade do Sé-culo XIX
II. Os Primeiros Propósitos Normativos
III. O Ponto de Partida: a Lei Benot e o Programa Reformista Republicano (1873)


CAPÍTULO II

RUMO A UM DIREITO OPERÁRIO E DO TRABALHO


I. Preparação do Marco Normativo: Da Comissão ao Instituto de Reformas So-ciais (1883-1903)
II. As «Primeiras Etapas Reais» do Direito Operário (1900-1904): Leis de Aci-dentes, Mulheres e Menores, e Descanso
III. Um Espectacular Desenvolvimento Normativo (1904-1923)
1) Normas sobre o trabalho de mulheres, menores e outros trabalhadores
2) Normas sobre jornada de trabalho e períodos de descanso
3) Normas sobre salários
4) Normas sobre segurança e higiene no trabalho e prevenção de acidentes
5) Normas sobre previdência e assistência sociais
6) Normas sobre conflitos e controvérsias de trabalho
7) Normas sobre organização administrativa do trabalho e da previdência social
IV. Sobre a Observância Prática das Leis Operárias


CAPÍTULO III

DIREITO OPERÁRIO E IDEOLOGIA


I. Classe e Movimento Operários Face às Leis Sobre o Trabalho
II. Conservadorismo Social e Questão Operária
III. Burguesia Liberal - Reformistas, Krausistas e Institucionalistas - e Legislação Operária
IV. Ingredientes Ideológicos do Reformismo Social e do Direito Operário
A) O «lento caminho das reformas» para evitar a «violência das revoluções»
B) Defesa da propriedade privada e a ordem económica capitalista
C) Concepção harmónica das relações entre o capital e o trabalho
D) Atitude moralizante e paternalista para com a classe operária
E) Uma reforma integral do homem e da sociedade


APÊNDICE NORMATIVO


1. Índice de disposições normativas
2. Lei de 24 de Julho de 1873 sobre a regularização do trabalho nas oficinas e a instrução nas escolas das crianças operárias de ambos os sexos (Lei Benot)
3. Lei de 26 de Julho de 1878 sobre trabalhos perigosos das crianças
4. Real Decreto de 5 de Dezembro de 1883, sobre a Comissão de Reformas Sociais
5. Lei de 30 de Janeiro de 1900, de acidentes de trabalho
6. Lei de 13 de Março de 1900 que fixa as condições de trabalho das mulheres e das crianças
7. Real Decreto de 23 de Abril de 1903, que cria o Instituto de Reformas Sociais
8. Lei de 3 de Março de 1904 sobre o descanso dominical
9. Lei de 19 de Maio de 1908 sobre Conselhos de conciliação e arbitragem industrial
10. Lei de 27 de Abril de 1909, sobre greves e coligações
11. Lei de 27 de Fevereiro de 1912 que dispõe que em todos os armazéns, tendas, oficinas, escritórios e, em geral, em todo establecimento não fabril, de qualquer espécie onde se vendam ou exponham artigos ou objectos ao público, por mulheres empregadas, seja obrigatório, para o dono ou seu representante particular ou companhia, dispor de um assento para cada uma daquelas (Lei do Assento)
12. Real Decreto de 3 de Abril de 1919 que fixa em oito horas por dia, ou qua-renta e oito semanais, a jornada máxima legal em todos os trabalhos
13. Real Decreto de 8 de Maio de 1920, que cria o Ministério do Trabalho


BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO

I. Repertórios Legislativos
II. Fontes Parlamentares III. Hemeroteca
IV. Documentação
V. Memórias e Testemunhos Pessoais
VI. Obras Doutrinais do Período Histórico Considerado
VII. Bibliografia Moderna

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Autor

Manuel Carlos Palomeque Lopez

Es desde 1981 Catedrático de Derecho del Trabajo y de la Seguridad Social de la Facultad de Derecho de la Universidad de Salamanca. Ha sido también Profesor de las Universidades Complutense y Autónoma de Madrid y de La Laguna. Es Director del Departamento de Derecho del Trabajo y Trabajo Social de la Universidad de Salamanca. En la Universidad de Salamanca, ha sido asimismo Decano de la Facultad de Derecho (1985-1990), miembro del Consejo Social y Presidente de su Comisión Académico-Científica (1985-1990), Director del Gabinete Jurídico de la Universidad (1987-1994), y Director del Departamento de Economía y Derecho del Trabajo (1990-1997). Ha sido miembro del Consejo Económico y Social de España en calidad de experto nombrado por el Gobierno (1995-1996). Pertenece asimismo, en situación administrativa de excedencia voluntaria, al Cuerpo Superior de Inspectores de Trabajo y Seguridad Social, en el que ingresó por oposición con el número «uno» de su promoción. Es autor de doscientas noventa y cinco (295) publicaciones sobre temas relativos a su especialidad, de las que once (11) son los siguientes libros: 1. La nulidad parcial del contrato de trabajo, Editorial Tecnos, Madrid, 1975. 2. Lecciones de Derecho del Trabajo, Instituto de Estudios Laborales y de Seguridad Social, Madrid, 1977 (en colaboración con L.E. De la Villa Gil). 3. Introducción a la Economía del Trabajo, Editorial Debate, Madrid, 1977-1978, 2 vols., 2ª ed. 1980-1982 (en colaboración con L.E. De la Villa Gil). 4. Derecho del Trabajo e ideología, Akal Editor, Madrid, 1980, 5ª ed. (Editorial Tecnos) 1995. Este libro (su 5ª edición) ha sido traducido al portugués, Direito do Trabalho e Ideologia, Livraria Almedina, Coimbra, 2001 (traducción del profesor A. Moreira). 5. Despidos discriminatorios y libertad sindical, Editorial Civitas, Madrid, 1983. 6. La política de empleo en España (1977-1982), Instituto de Estudios Laborales y de Seguridad Social, Madrid, 1985. 7. Derecho Sindical español, Editorial Tecnos, Madrid, 1986, 5ª. ed. 1994. 8. Los derechos laborales en la Constitución Española, Centro de Estudios Constitucionales, Madrid, 1991. 9. Derecho del Trabajo, Editorial Centro de Estudios Ramón Areces, Madrid, 1993, 8ª ed. 2000 (en colaboración con M. Alvarez de la Rosa). 10. Todo sobre las primeras normas de reforma del mercado de trabajo, Editorial Praxis, Barcelona, 1994 (en colaboración con E. Cabero Morán). 11. La reforma laboral de 1997. Guía práctica para su aplicación, Editorial Praxis, Barcelona, 1997. En lo que se refiere a formación de profesorado y creación de escuela científica dentro de la disciplina de Derecho del Trabajo y de la Seguridad Social, cuenta como discípulos a tres (3) Catedráticos de Universidad, siete (7) Titulares de Universidad y ocho (8) Titulares de Escuela Universitaria. Ha dirigido catorce (14) tesis doctorales. Es miembro del consejo asesor del área de Derecho Laboral de la Editorial McGraw-Hill, Madrid. Es, asimismo, miembro de los consejos editoriales, de redacción o asesores de las revistas españolas: Relaciones Laborales (Editorial La Ley-Actualidad, Madrid), Actualidad Laboral (Editorial La Ley-Actualidad, Madrid), Prevención de Riesgos Laborales (Fundación Largo Caballero, Madrid), Proyecto Social (Escuela Universitaria de Graduados Sociales de Teruel, Universidad de Zaragoza), Revista de Derecho Social (Editorial Bomarzo, Albacete) y Revista de Investigación Económica y Social de Castilla y León (Consejo Económico y Social de Castilla y León, Valladolid). Es colaborador de la sección internacional de la revista Asesoría Laboral (Lima, Perú). Ha sido miembro del consejo de redacción de la Revista de Trabajo y Seguridad Social (Ministerio de Trabajo y Seguridad Social, Madrid, 1990-1996), así como director de la publicación informática Base de Datos Laboral (1995-2000) y de la revista Carta Laboral (1999-2000), ambas de Editorial Praxis, Barcelona). Ha impartido un total de cuatrocientas veintiocho (428) conferencias y ponencias en congresos y reuniones científicas varias, en Universidades y otras instituciones públicas y privadas, de España y de otros doce (12) países (Argentina, Brasil, Cuba, Chile, Francia, Italia, Marruecos, México, Perú, Portugal, Puerto Rico y Venezuela). Ha realizado treinta y nueve (39) dictámenes e informes jurídicos a petición de distintos organismos públicos, españoles e internacionales, y empresas. Ha organizado y dirigido dieciocho (18) congresos, jornadas, cursos o reuniones científicas, nacionales e internacionales. Ha presidido dos (2) Misiones de la Organización Internacional del Trabajo (OIT) en Argentina. En aplicación del Acuerdo del Consejo de Ministros de 15 de abril de 1992, por el que se establece un arbitraje obligatorio de la huelga realizada en el sector de limpieza de edificios y locales de Madrid, el Delegado del Gobierno en este Comunidad Autónoma le designa Arbitro del conflicto, emitiendo el correspondiente laudo el día 29 de abril. Está en posesión de los siguientes premios y condecoraciones: Ordem do Merito Judiciario do Trabalho (Tribunal Superior do Trabalho, Brasil, 1984); Visitante Distinguido (Ayuntamiento de Puebla, México, 1991); Escuela de Práctica Profesional Carlos Palomeque (Colegio Oficial de Graduados Sociales de Santa Cruz de Tenerife, 1992) y Premio Codex a la mejor labor jurídica (Facultad de Derecho, Universidad de Salamanca, 1999). Ha sido miembro del jurado encargado de la provisión de dos cátedras de Derecho del Trabajo en la Facultad de Derecho de la Universidad de Buenos Aires (Argentina, 1996). Ha sido becario de la Fundación Juan March (1976), del Instituto de Estudios Fiscales (1977) y del Instituto de Estudios de Administración Local (1977-1978). Ha dirigido y participado en proyectos de investigación financiados por la Comisión Interministerial de Ciencia y Tecnología (1991-1994, 1995-1997), los Ministerios de Educación y Cultura (1997-2000) y de Ciencia y Tecnología (2001-2003), así como la Unión Europea (1994).

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