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Deus o Abençoe, Dr. Kevorkian

Kurt Vonnegut

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18,00 €

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Sinopse

A ideia de vida após a morte abandonou a mente de Kurt Vonnegut. Em Deus o Abençoe, Dr. Kevorkian, o autor transita entre a vida e a vida após a morte como se a diferença entre os dois conceitos fosse mínima. Em trinta «entrevistas» estranhas, Vonnegut viaja pelo «túnel azul até aos portões adornados com pérolas» encarnado como repórter para uma rádio estatal, e conduz entrevistas com: Salvatore Biagini, um construtor civil reformado que morre de ataque cardíaco enquanto salvava o seu schnauzer dos dentes de um pit bull; John Brown, 140 anos após a sua morte por enforcamento; William Shakespeare, que é sarcástico para com Vonnegut da forma errada; e o socialista e líder dos trabalhistas Eugene Victor Debs, um dos heróis de Vonnegut, entre muitos outros, tais como Mary Shelley, Isaac Newton, Adolf Hitler e Isaac Asimov.

O que começou como uma série de interlúdios de noventa segundos de rádio para a WNYC, a estação de rádio pública de Nova Iorque, evoluiu para esta colecção provocadora de reflexões sobre para quem e para que vivemos, e o quanto isso é importante no fim da vida.


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Autor

Kurt Vonnegut

Kurt Vonnegut nasceu em Indianópolis, nos Estados Unidos, em 1922, descendendo de emigrantes alemães que chegaram ao país no século XIX. Por influência do pai, estudou Bioquímica na Universidade de Cornell, embora tivesse mais interesse nas Humanidades. Alistou-se no Exército em 1943. Pouco depois do suicídio da mãe, foi enviado para a Europa, combatendo na Batalha das Ardenas.

O seu esquadrão acabou por ser dizimado pelas forças alemãs. Como prisioneiro de guerra, seguiu para Dresden, na Alemanha, onde viveu num matadouro e trabalhou numa fábrica de produtos alimentares.

Em 1952, publicou Player piano, o seu romance de estreia. A crítica sentiu-se desconcertada, desde o começo, perante um escritor que não encaixava nos géneros mais canónicos nem nos estilos mais em voga. Morreu em 2007, em Nova Iorque.

Na Alfaguara, além de Pequeno-almoço de campeões, está publicado o seminal Matadouro cinco.

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