De Luís de Camões a Martim de Castro do Rio no Labirinto do Maneirismo
Eduardo Manuel Dias
Sujeito a confirmação por parte da editora
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Detalhes do Produto
- Editora: Colibri
- Categorias:
- Ano: 2026
- ISBN: 9789895665792
- Número de páginas: 276
- Capa: Brochada
Sinopse
Em todas as épocas, há poetas que, pela sua grandeza, acabam por ofuscar outros. Na época do Maneirismo português, Luís de Camões é o modelo de todos os outros poetas, que acabaram ofuscados por este brilho. Para mencionar o trabalho inquinado do crítico, Manuel de Faria e Sousa abriu caminho a que a obra camoniana fosse crescendo à custa das obras destes outros poetas. Assim, foi necessário empreender um trabalho de base para outorgar, a seu dono, cada composição poética encontrada nos cancioneiros de mão, anónimos e perdidos, nas bibliotecas nacionais e estrangeiras detentoras deste património linguístico e literário. O labirinto é a metáfora do problema de autoria, simbolizado também pelo nó górdio. Por esta razão, o presente livro resulta de um percurso de pesquisas e leituras, que procuraram trazer à ribalta Martim de Castro do Rio. É tido como um poeta menor, é certo, mas, com a sua originalidade e muita qualidade própria, deve ser do conhecimento do grande público a obra que deixou.
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“Trata-se essencialmente de uma edição das Obras de Martim de Castro do Rio, que resulta de uma aturada investigação levada a cabo a partir dos cancioneiros de mão e precedida de um estudo que, depois de estabelecer a biografia do autor fundamentando-a num rico acervo documental, insere a sua obra no contexto do Maneirismo português. (...)
Constitui por isso um contributo muito relevante para o conhecimento da produção literária de finais de Quinhentos, carreando, por outro lado, elementos muito importantes para a dilucidação dos problemas de crítica textual levantados pela Lírica camoniana (...).”
[Palavras do Professor Doutor ANÍBAL PINTO CASTRO]
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