Partilhar

A Guerra das Salamandras

Karel Capek

Em Stock


Desconto: 10%
16,20 € 18,00 €

Detalhes do Produto

Sinopse

Já muito se disse sobre A Guerra das Salamandras (1936): livro de culto, conto filosófico hilariante, distopia visionária. Esta «visão satírica de uma loucura abissal», segundo Thomas Mann, remonta ao momento em que, ao largo da ilha de Tana Masa, o capitão Van Toch descobre salamandras inteligentes, bichos afáveis e cordiais, longe de imaginar que elas mudariam o mundo. Em breve, estes «operários do mar» estão no centro de um lucrativo comércio mundial, tornam-se cobaias científicas e atracções em jardins zoológicos, vítimas de bem-intencionadas Sociedades para a Questão Salamandrina e de arautos do comunismo global, são linchados nos EUA e temas de sondagens em tablóides («As Salamandras Têm Alma?»). Toda a classe salamandrina porá então os olhos na humanidade e, seguindo o seu exemplo, reivindicará o planeta.

A Guerra das Salamandras é não só a obra-prima de Karel Capek, publicada em plena ascensão do nazismo, mas também a história de um tiro no pé desferido pela nossa própria espécie e de um desastre épico patrocinado alegremente pela ganância internacional e pela tolice humana.

Ler mais

Autor

Karel Capek

Karel Capek (Malé Svatonovice, 9 de Janeiro de 1890 - Praga, 25 de Dezembro de 1938).
Em 1939, quando os nazis invadiram Praga, Karel Capek (1890-1938) foi um dos primeiros checos que quiseram deter. Acontece que este símbolo da liberdade e da luta contra as ideologias falecera um ano antes. Passou à posteridade como co-inventor da palavra «robô» (a par do seu irmão), na peça R.U.R. (1920), e como candidato ao Prémio Nobel, preterido pela Academia Sueca para não despertar a ira de Hitler. A sua carreira repartiu-se pela escrita jornalística e ensaística, pela dramaturgia e pelo romance, satirizando a ganância e o materialismo desenfreado a expensas da alma, o fanatismo e os slogans que acenam sedutoramente às massas. Numa época em que as democracias submergiam, soube alertar o homem para todo o tipo de manipulações, censurando totalitarismos que se proclamavam inquestionáveis.

Ler mais