Partilhar

Trilogia da Cidade de K.

Agota Kristof

Em stock online



Desconto: 20%
17,60 € 22,00 €
Wishlist Icon

Poderá gostar

Desconto: 20%
16,01 € 20,00 €
Wishlist Icon
Desconto: 20%
15,08 € 18,86 €
Wishlist Icon
Desconto: 20%
13,52 € 16,90 €
Wishlist Icon
Desconto: 20%
14,80 € 18,50 €
Wishlist Icon
Desconto: 20%
10,24 € 12,79 €
Wishlist Icon
Desconto: 20%
17,52 € 21,90 €
Wishlist Icon
Desconto: 20%
37,93 € 47,40 €
Wishlist Icon
Desconto: 20%
14,39 € 18,00 €
Wishlist Icon

Detalhes do Produto

Sinopse

Trilogia da Cidade de K. foi o título que, por sugestão do tradutor, Agota Kristof aconselhou para a edição da obra em Portugal, que reúne, num só volume, três romances (O Caderno Grande, A Prova, A Terceira Mentira).

Agota Kristof nasceu na Hungria, mas em 1956 fugiu do seu país, invadido por tropas soviéticas, para se fixar na Suíça.

A trilogia conta a história de dois gémeos, que a guerra leva a que sejam enviados da sua cidade natal para o campo, ao cuidado de uma avó que os trata com particular dureza. Para sobreviverem, criam um mundo próprio e estranho em que os acontecimentos são registados num «grande caderno».

Agota Kristof fala-nos de uma Europa que, na época, estava dividida, mas também do desenraizamento, da separação e da perda de identidade criados pelas sociedades autoritárias do passado e do presente.


Ler mais

Amostra

Autor

Agota Kristof

Agota Kristof nasceu em Csikvand, Hungria, em 1935. Teve dois irmãos, Jenö, que dizia ser o seu duplo, e Attila, que se tornará escritor. Aprende a ler muito rapidamente, aos quatro anos. Em 1944, a família muda-se para Köszeg, a futura cidade da Trilogia da Cidade de K., na fronteira austro-húngara. A Hungria é ocupada, em 1949, pelas tropas soviéticas. Agota Kristof entra no colégio interno de Szombathely. Para escapar às duras condições de vida e ao tédio, começa a escrever poemas e peças de teatro, e mantém um diário. Nenhum deste material literário sobreviveu. Em 1956, abandona clandestinamente o seu país na companhia do seu marido e da sua filha recém-nascida. Refugiam-se em Neuchatel, na Suíça. Agota Kristof refugia-se igualmente na língua francesa, essa língua que lhe foi imposta pelo acaso, e que lhe iria “vampirizar” a língua materna. Trabalha durante anos como operária numa fábrica de peças para relógios. Nas décadas seguintes, continua a escrever, sobretudo poemas e peças de teatro. Pouco deste material é publicado. Entre 1981 e 1984, escreve O Grande Caderno. Gilles Carpentier, das Éditions du Seuil, publica-o em 1986 e foi um sucesso imediato, tendo conquistado o Prémio Europeu do Livro, em 1987. A partir de então, dedica-se inteiramente à escrita, publicando A Prova, em 1988, seguido de A Terceira Mentira, em 1991, novamente com a Seuil, a sua editora regular. Estes três títulos são atualmente lidos como a Trilogia da Cidade de K.. Entretanto, em 1989 e 1990, a revista Du, de Zurique, publica em alemão os textos que viriam a constituir A Analfabeta. No final da sua vida, Agota Kristof deixa de escrever em francês e entrega todos os seus manuscritos, a sua máquina de escrever, e o seu dicionário bilingue húngaro-francês, ao Arquivo Literário Suíço. Em março de 2011, é-lhe atribuído o Prémio Kossuth, o mais prestigiado prémio literário da Hungria. Foi, para ela, um sinal de reconhecimento do seu país natal. Agota Kristof morre pouco tempo depois, a 27 de julho de 2011.


Ler mais