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Sinopse

Eis aqui um livro destinado a cumprir a sua missão; sabendo nós que a missão de um livro, seja qual for o género literário em que o insiram, é a de provocar polémica, agitar consciências adormecidas, suscitar reflexões; em resumo, dar sentido à mensagem contida nas suas páginas.   

Só o título, Ironia Circular, é susceptível de nos induzir a uma ampla reflexão sobre o seu profundo significado. A autora do livro dá uma ajuda: “Ironia circular é o gigantesco capital que move o futuro da humanidade e a faz girar como uma bola de cristal ou uma roleta, ditando a sorte do mundo actual”.   

Deduzo que, para a Norma Pott, o homem não está confinado somente a um espaço, limitado por vicissitudes e condicionalismos vários, mas a um tempo, que é o nosso tempo, e a uma realidade, que é a nossa realidade. E que tempo e que realidade são esses?  Perguntámos-lhe, ou seja, fomos ver ao livro e lá está: “...o grande dilema que apoquenta o século XXI é o terror do terrorismo alastrado à escala mundial… a banalização da morte sensacionalista no ecrã... e os constantes barcos [de emigrantes] afundados que lançam cadáveres flutuantes e sobreviventes de almas, irremediavelmente destruídas”.  

Será erro crasso concluir destas palavras que a autora tem, da sociedade actual, uma visão catastrófica e irreversível. Nada disso. Para esta, deduzo eu, o importante é o modo como cada um de nós está no mundo dos nossos dias, a maneira como analisamos os acontecimentos que inquietam a humanidade e a capacidade que teremos para construir uma sociedade em dignidade e amor.  

A mensagem que este livro nos pretende passar – sou eu outra vez a pensar – é muito simples: a vida não cabe dentro de simples esquemas e emoções, assim como o livre curso das ideias, não pode ser sustido por um simples dique que contraria, por regra, a frescura jorrante das águas. Estou com a autora quando escreve: “Amor e água, correntes constantes e omnipresentes na vida do homem”.  

(…) Este é um livro que vai cumprir a sua missão, porque vai dar que falar, não só pela actualidade do tema, mas também pela originalidade com que as ideias da autora são expostas. Para mim, esta obra, que aqui se apresenta, não constituiu uma surpresa total. Conheço a autora, há já uns anos, e sei dos seus dotes em poesia e prosa. Mas foi uma novidade encontrar um livro tão bem pensado e construído como é o caso de Ironia Circular.  

Germano Silva in “Prefácio” 

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Autor

Norma Pott

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