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Sinopse

A obra-prima de um dos gigantes da literatura universal.

A Rússia continua a ser devastada pelos exércitos de Napoleão, e as mortes e tragédias sucedem-se, ligando-se indelevelmente às vidas das personagens. Estamos no início do século XIX, um dos mais conturbados da história da Rússia, e as vidas de homens e mulheres cruzam-se num tecido narrativo deslumbrante. Ainda assim, apesar de a felicidade parecer algo impossível de ser vivido em tempos de guerra, há bailes e casamentos, aventuras e diversões, festas e grandiosos momentos.

Guerra e Paz é um verdadeiro clássico da literatura universal, e aqui chegamos ao seu último volume. Eis uma obra intemporal que condensa toda a condição humana, simultaneamente romance histórico, bélico e filosófico, e propõe acutilantes reflexões sobre os temas que nos movem e comovem: a vida, o sacrifício, a liberdade, a justiça, o amor e a honra.

"Se não fosse Tolstoi, a literatura seria um rebanho sem pastor ou um caos incompreensível."
Anton Tchekhov

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Autor

Lev Tolstói

Também conhecido como Léon Tolstói ou Lev Nikoláievich Tolstói (9 de setembro de 1828 - 20 de novembro de 1910) foi um escritor russo muito influente na literatura e política do seu país.
Junto a Fiódor Dostoievski, Tolstói foi um dos grandes da literatura russa do século XIX. As suas obras mais famosas são Guerra e Paz e Anna Karenina.
Membro da nobreza, entre 1852 e 1856 realizou três obras autobiográficas: MeniniceAdolescência e Juventude.
Tolstói serviu no exército durante as guerras do Cáucaso e durante a Guerra de Criméa como tenente. Esta experiência convertê-lo-ia em pacifista.
Associado à corrente realista, tentou reflectir fielmente a sociedade em que vivia.
Cossacos (1863) descreve a vida deste povo.
Anna Karenina (1867) conta as histórias paralelas de uma mulher presa nas convenções sociais e um proprietário de terras filósofo (reflexo do próprio Tolstói), que tenta melhorar as vidas de seus servos.
Guerra e Paz é uma monumental obra, onde Tolstói descreve dezenas de diferentes personagens durante a invasão napoleônica de 1812, na qual os russos pegaram fogo a Moscovo.
Tolstói teve uma importante influência no desenvolvimento do pensamento anarquista, concretamente, considera-se que era um cristão libertário. O príncipe Kropotkin lhe citou no artigo Anarquismo da Enciclopédia Britânica de 1911.
Nos seus últimos anos depois de várias crises espirituais converteu-se numa pessoa profundamente religiosa, criticando as instituições eclesiásticas em Ressurreição, o que provocou a sua excomunhão.
Tolstói tentou renunciar as suas propriedades em favor dos pobres, mas a sua família impediu-o. Tentando fugir da sua casa morreu na estação ferroviária de Astapovo.

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