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Escritos sobre o Terramoto de Lisboa

Argumentos Clássicos

Immanuel Kant

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Sinopse

Ao trazer o terramoto de Lisboa da esfera do transcendente para o domínio da ordem natural, Kant tentou mostrar-nos que, ao invés de procurar no desastre significados ocultos, deveríamos antes aperfeiçoar formas de coexistir com o risco da sua repetição. A mensagem continua actual, mormente porque os destinatários se revelam renitentes.
O jesuíta Gabriel Malagrida, némesis de Sebastião José de Carvalho e Melo, comentou nos seguintes termos a hipótese de o terramoto ser um fenómeno natural: «Nem o Diabo inventaria uma maneira mais certa de nos levar à perdição.» A mensagem de Malagrida, mais do que a de Kant, terá ficado plasmada na memória colectiva dos portugueses. Razão de sobra, se outras não existissem, para ler o que Immanuel Kant e outros expoentes do Iluminismo escreveram sobre o terramoto de Lisboa de 1755.
(Do Posfácio)

Índice

Prefácio

Escritos sobre o Terramoto de Lisboa

Acerca das causas dos tremores de terra, a propósito da calamidade que, perto do final do ano passado, atingiu a zina ocidental da Europa

História e descrição natural dos estranhos fenómenos relacionados com o terramoto que, no final do ano de 1755, abalou uma grande parte da Terra

Considerações adicionais acerca dos tremores de terra que, de há algum tempo a esta parte, se têm feito sentir

Posfácio

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Autor

Immanuel Kant

IMMANUEL KANT nasceu em 1724, em Könisberg, onde faleceu em 1804. Teve uma vida calma, sóbria, dedicada ao estudo e ao ensino. Profundamente imbuído dos ideais do Iluminismo, Kant professou uma profunda simpatia pelos ideais da Independência Americana e da Revolução Francesa. Foi pacifista convicto, antimilitarista e estranho a toda a forma de patriotismo exclusivista. As obras de Kant costumam distribuir-se por três períodos, que habitualmente se denominam pré-crítico, crítico e pós-crítico. As suas obras mais conhecidas e influentes foram escritas no segundo período.

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