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Correspondente de Guerra

John Steinbeck

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Sinopse

Escritos por John Steinbeck para o jornal New York Herald Tribune entre junho e dezembro de 1943, a partir de diferentes campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, os textos aqui reunidos foram pela primeira vez publicados em livro em 1958. Dos navios de tropas em Inglaterra ao blitz de Londres, das lutas no Norte de África ao desembarque nas praias italianas, estes são relatos de um repórter com os pés e o coração no palco da ação, que come e bebe com os soldados atrás das linhas inimigas, que conversa com eles, que se lhes junta quando a luta eclode. «Os artigos de que este volume se compõe foram escritos sob tensão», comentou o autor quinze anos após a sua escrita, na introdução deste volume. «Ao relê-los, o meu primeiro impulso foi corrigir, adoçar as frases mais ásperas e suprimir as repetições, mas cheguei à conclusão de que essa aspereza teria de manter-se. Suprimi-la equivaleria a roubar-lhes o seu carácter de urgência. Estes artigos são tão reais como a má feiticeira e a boa fada, tão verdadeiros, autenticados e feitos para circular como qualquer outro mito.»

E lê-los é, ainda hoje, uma lição de humanidade.

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Autor

John Steinbeck

John Steinbeck nasceu em Salinas, na Califórnia, em 1902, numa família de parcos haveres. Chegou a frequentar a Universidade de Stanford, sem concluir nenhuma licenciatura. Em 1925 foi para Nova Iorque, onde tentou uma carreira de escritor, cedo regressando à Califórnia sem ter obtido qualquer sucesso. Alcançou o seu primeiro êxito em 1935, com O Milagre de São Francisco (Tortilla Flat na edição original), confirmado depois, em 1937, com a novela Ratos e Homens. A sua ficção está marcada por uma imensa preocupação com os problemas dos trabalhadores rurais e também por um grande fascínio para com a terra. Em 1939, publicaria aquela que, por muitos, é considerada a sua obra-prima, As Vinhas da Ira. Entre os seus livros, destacam-se ainda os romances A Leste do Paraíso (1952) e O Inverno do Nosso Descontentamento (1961), bem como Viagens com o Charley (1962), em que relata uma viagem de três meses por quarenta Estados norte-americanos. Recebeu o Prémio Nobel da Literatura, em 1962. Faleceu em Nova Iorque, a 20 de dezembro de 1968.

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