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Detalhes do Produto

Sinopse

Introdução - Sobre Coimbra e a Briosa - Cartas que me chegam de longe - Académica, um clube universal - Jogar na Briosa é ter futuro assegurado! - Decaída e envelhecimento da massa associativa da Briosa - Brasileira e Café Arcádia - Campo de Santa Cruz - S. Sebastião e as setas - Se o jardim dos patos falasse - Figuras de vulto da Briosa - António de Almeida Santos, exemplo de fidelidade à Briosa - António de Oliveira Júnior, o Oliveirita da Académica - Campos Coroa...um doido pela Briosa - Francisco Soares, o Chico Soares do meu tempo - José Fernandes Fafe-A "mística" Académica - José Paulo Cardoso-O Zé Paulo para os amigos - Manuel Capela-Um ídolo da Briosa e do futebol nacional - Xanana Gusmão-adepto da Briosa - Sobre o "estudante-boémio" Pica - Episódios pistorescos em campo - Huskevarna-o jogador sueco dos pés grandes - Inconvenientes das homologias - Eu, o guarda-chuva e o espectador da bancada - Pedroto e os seus gozões olés - Alcunhas dos jogadores da Briosa - Até os cães uivam de contentamento - Meninos de bibe e calção curto

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Autor

António Curado

António Henriques Curado nasceu em Coimbra, onde estudou, iniciando-se nos juniores do futebol da Académica em 1936, onde terminou a sua carreira desportiva, sempre como jogador amador, em 1956.
Foi director do jornal académico o "Poney" (1951/54), colaborando até à data, em vários jornais.
É presidente da direcção da Associação dos Reformados da Petrogal e director do seu jornal "O Reformado da Petrogal" e da Casa da Académica no Porto.
Profissionalmente, foi empregado superior da Cidla, hoje Petrogal, da qual se encontra reformado.

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