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Caderneta de Cromos

Patrícia Furtado, Nuno Markl

Em Stock



Desconto: 10%
13,41 € 14,90 €

Detalhes do Produto

Sinopse

A enciclopédia definitiva sobre o que nos deliciava nos anos 70 e 80 (e que é mais saudável que um granizado Fã, embora deva ter a mesma quantidade de tinta).

Em O Homem Que Mordeu o Cão, Nuno Markl contou histórias muito bizarras. Mas haverá história mais bizarra do que crescer nas décadas de 70 e 80?

Dos microfones da Rádio Comercial para as páginas profusamente ilustradas desta edição, eis a Caderneta de Cromos – reunindo uma centena dos mais bombásticos e inesquecíveis cromos não só da rubrica, como da nossa infância e juventude!
Uma colecção que responde a questões pertinentes, tais como…

- Samantha Fox e Kim Wilde: qual delas para casar?
- Qual delas para coiso?
- Quantas maneiras haviam de comer as bolachas Belinhas?
- Usar um blaser branco igual ao do Don Johnson no Miami Vice, resulta na vida real quando se é caixa de óculos.
- Como é que os kalkitos são uma metáfora para as relações sexuais sem amor?
- Porque é que o Fizz Limão é o D. Sebastião da indústria dos gelados?
- Como se resolve, afinal, o Cubo Mágico?”

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Autor(es)

Patrícia Furtado

Patrícia Furtado nasceu em Lisboa em 77, ano da Guerra das Estrelas. Aprendeu a ler aos três anos e por volta dos seis já ostentava um belíssimo par de óculos. Passava os intervalos das aulas enterrada em livros e nunca tinha os cadernos em dia. Estavam cheios de rabiscos. Também escrevia muitas histórias e queria ser escritora quando crescesse. Ou detective, o que teria sido uma péssima ideia, já que é a pessoa mais distraída do mundo. Aos 16, ganhou uma viagem de autocarro pela Europa com um conto que escreveu, mas por essa altura, já, passou pelo The Lisbon Studio, e virou-se para a ilustração. Desenhou dezenas de tinha mudado de ideias e escolhido as Belas Artes. Depois de estudar Design de Comunicação, trabalhou num atelier de design, e, passado um ano, mudou-se para Londres, onde trabalhou numa loja de fotocópias. Decidiu, por fim, ser designer por conta própria. De volta a Lisboa, ilustrou pilhas de livros, e conviveu com alguns dos seus autores favoritos. Um dia, lembrou-se de que ainda ia a tempo de ser também escritora, e voltou às suas histórias.

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Nuno Markl

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