Marta Duque Vaz

Andou sempre por dentro dos livros. Confessa-se leitora, em primeiríssimo lugar. Começou a escrever nos jornais regionais, em Vila Nova de Famalicão, onde nasceu; passou pelo Semanário Minho, em Braga e pelo Diário de Notícias, no Porto, mantendo-se sempre no jornalismo de imprensa, a sua paixão mais antiga, depois da poesia. Viajou, mudou de profissão, foi gestora em diversas empresas e, em 2009, regressou, ao jornalismo. Escreveu “A Senhora Clap e o Mundo na Palma das Mãos”, adaptado a uma peça de teatro, em 2016, no Rio de Janeiro. É mentora e dinamizadora de projetos na área da Educação Não Formal, nomeadamente AntropoConversas, oficinas de antropologia para crianças. Licenciada em Antropologia, vive no Porto desde os 19 anos. Mudou a sua vida para poder contar histórias. Com tempo e memória.


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