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A Revolução antes da Revolução

Luís de Freitas Branco

Em Stock



18,80 €

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Sinopse

Histórias inéditas. Documentação rigorosa. Um livro surpreendente.

As senhas da Revolução, é sabido, foram duas canções que fazem hoje parte do cancioneiro da Música Popular Portuguesa.

O papel da música na queda da ditadura não começou apenas, no entanto, na madrugada de 25 de Abril de 1974.

A editora Livros Zigurate, a coincidir com as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, publica que lança uma nova luz sobre a revolução e os caminhos musicais que a ela conduziram.

O ponto de partida é o ano de 1971, o ano da publicação de discos emblemáticos de José Mário Branco, Sérgio Godinho, Adriano Correia de Oliveira ou Carlos Paredes. E de José Afonso. O ano que deu à música portuguesa e à revolução a canção-senha «Grândola, Vila Morena».

Neste trabalho de investigação é feito um levantamento rigoroso, exaustivo e em grande parte surpreendente que documenta o modo como a música popular portuguesa abriu as portas para o clima cultural, social e político que desencadeou o dia «inicial inteiro e limpo» e que mudou Portugal há 50 anos.

Para este livro foram entrevistadas dezenas de figuras e foi analisada uma extensa bibliografia, tendo sido consultados mais de 700 jornais e cerca de duas centenas e meia de revistas.

As histórias recolhidas e a análise desta vasta documentação - tratadas simultaneamente com o rigor de um estudo aprofundado e com a desenvoltura da linguagem jornalística – lançam pistas novas e um olhar inédito sobre o momento em que a música popular portuguesa iniciou uma revolução antes revolução.


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Autor

Luís de Freitas Branco

Luís de Freitas Branco é mestrando de Ciências Musicais, na Faculdade de Ciências Sociais de Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e crítico musical. Passou por diversos órgãos de comunicação social, quer em Portugal (Público Blitz, Diário Económico, Jornal i e Observador) quer no Brasil (O Globo). “A Revolução Antes da Revolução” é o seu primeiro livro, numa incursão editorial que se insere numa tradição familiar de escrita e reflexão sobre música: é trineto do compositor Luís de Freitas Branco, bisneto do musicólogo João de Freitas Branco e filho do músico Pedro de Freitas Branco. 

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