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Detalhes do Produto
- Editora: Quetzal
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- Data de lançamento: 19-02-2026
- Ano: 2026
- ISBN: 9789895821402
- Número de páginas: 1200
- Capa: Brochada
Sinopse
Obra-prima publicada em 1996. Um dos maiores romances do séc. XX, mas anuncia o séc. XXI e tornou-se num dos romances mais influentes do nosso tempo..
Sátira aos costumes da sociedade de consumo, devaneio pós-moderno contra os excessos do pós-modernismo, lírico e erudito, lúdico e realista, A Piada Infinita, nas suas contradições e fôlego imenso, é um livro que escapa a qualquer definição.
Entre a comédia mais tresloucada e a reflexão filosófica mais pertinente sobre uma sociedade e os seus vícios, sobre as relações familiares e o papel do entretenimento nas nossas vidas, A Piada Infinita é um daqueles raros romances que inauguram um novo género no momento em que são publicados.
Situada num futuro próximo, a ação de A Piada Infinita decorre entre a Academia de Ténis Enfield e a Ennet House, um centro de reabilitação de alcoólicos e toxicodependentes, em que o leitor acompanha a desestruturada família Incandenza. No centro da narrativa está um filme realizado por James Orin Incandenza Jr., intitulado precisamente A Piada Infinita, do qual se diz que deixa os espectadores num estado de apatia permanente, incapazes de se preocuparem com outra coisa que não seja ver o filme novamente.
Sátira aos costumes da sociedade de consumo, devaneio pós-moderno contra os excessos do pós-modernismo, lírico e erudito, lúdico e realista, A Piada Infinita, nas suas contradições e fôlego imenso, é um livro que escapa a qualquer definição e, mais do que uma obra sobre o nosso futuro coletivo, parece uma obra vinda de um universo diferente do nosso, justificando o que a romancista Zadie Smith escreveu sobre Wallace:
«Um visionário, um artesão, um cómico e tão sério quanto se pode ser sem escrever um texto religioso. É tão moderno que parece habitar um contínuo tempo-espaço diferente do nosso. Maldito seja.»
«Um livro grande e brilhante. Wallace é um assombroso contador de histórias.»
The New York Observer
«Wallace canta-nos uma canção num tom que nunca ouvimos.»
Robert McCrum, Observer
«Um dos romances-evento da década, e um marco literário sobre o qual é possível recorrer com alguma confiança ao velho chavão sobre a ficção americana nunca mais ter voltado a ser a mesma: a fasquia para os sucessores fora elevada à altura de um arranha-céus.»
Rogério Casanova, Público