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Detalhes do Produto

Sinopse

“Idanha-a-Nova crescera à sombra do castelo edificado por D. Gualdim Pais, Mestre da Ordem do Templo. Embora muita da documentação relativa à História do seu passado tivesse desaparecido, existe um importantíssimo documento, datado de 23 de Janeiro de 1206. Trata-se da carta de doação da Vila ao Mestre da Ordem dos Templários, D. Fernando Dias e seus freires, pelo Rei D. Sancho I e na qual confirma ainda a doação da cidade de Idanha-a-Velha.
Comemoramos oito séculos de História do agregado populacional da Vila, com a sua génese e evolução, semeados de lutas pela sobrevivência, de actos de heroísmo e de ânsia de progresso. Na verdade, quando Portugal começava a estruturar-se como Nação, nascera a Vila de Idanha-a-Nova que, actualmente, somos todos nós, actuais residentes e outros naturais espalhados pelas sete partidas do Mundo, imbuídos e caldeados na herança cultural e espiritual que procuramos preservar e transmitir aos vindouros. A Vila existe porque, ao longo de oito séculos, vem sendo habitada, quer por gentes simples e humildes, quer por senhores das grandes propriedades, que vêm semeando e colhendo amarguras, desalentos, recordações, afectos, ternuras e um mar de hospitalidade para bem receber os visitantes.
[...]
Paulo Loução […] afirma: “As terras de Idanha são habitadas por uma aura misteriosa; percorridas por inúmeros povos antigos, cosmizadas pelos Templários, cavaleiros do Graal, são hoje um reservatório de silêncio mágico acariciado pela dimensão e beleza das suas paisagens nas quais o granito iluminado pelos raios solares lhes oferta uma força inexprimível. E desta terra arcaica emergem as festividades das suas gentes, museu vivo consagrado pelos arquétipos que nela se manifestam."
Somos herdeiros de um precioso e invejável passado histórico que deve ser razão de orgulho de todos os portugueses. Pertencemos a um concelho, graças ao seu passado histórico e aos seus bens patrimoniais culturais, espirituais e naturais, de inquestionável vocação turística.
[...]
Esta riqueza dos bens paisagísticos, culturais e espirituais, estes traços característicos bem vincados da identidade local e regional, como poucas regiões da Europa, que conservam estas terras templárias de Idanha, corridos os riscos da desertificação e do envelhecimento da população, são um património a doar às gerações vindouras, na almejada esperança que o preservem, para que assim possam continuar a encantar-se ao fruírem das nossas raízes identitárias.”
António Silveira Catana

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Autor

Duarte Belo

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