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Poder, Prazer e Lucro: apetites insaciáveis de Maquiavel a Madison

David Wootton

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19,98 € 22,20 €

Detalhes do Produto

Sinopse

«O título do meu livro é Poder, Prazer e Lucro, por essa ordem, porque o poder foi conceptualizado primeiro, no século XVI, por Nicolau Maquiavel e os seus seguidores; no século XVII, Hobbes reviu radicalmente os conceitos de prazer e felicidade; e o modo como o lucro funciona na economia foi bem teorizado pela primeira vez, no século XVIII, por Adam Smith.»

Procuramos incessantemente poder, prazer e lucro.
Nesta procura sem limites recorremos a um raciocínio instrumental – ou análise custo-benefício – para os alcançarmos. Julgamo-nos a nós próprios e aos outros pelo grau do nosso sucesso. É um modo de vida e de pensamento que parece natural, inevitável e inescapável. Porém, David Wootton mostra que isso não é verdade.
Neste livro, revisita a revolução intelectual e cultural que substituiu os antigos sistemas da ética aristotélica e da moralidade cristã pela jaula de ferro do raciocínio instrumental que agora dá forma e propósito às nossas vidas.

«Wootton esclarece de que modo o pensamento europeu abandonou as virtudes tradicionais e aceitou o “sistema egoísta” do utilitarismo […] explica teorias sociais e políticas complexas com uma clareza admirável.»
Jeffrey Collins, Wall Street Journal

«Mais relevante nas circunstâncias políticas e culturais atuais do que qualquer outro livro que li nos últimos quatro anos.»
Lewis Lapham, The World in Time

«Wootton apresenta a viragem conceptual que conduziu ao modo de vida atual num livro que é ambicioso e abrangente no seu alcance […] Uma história apaixonante da forma como as ideias podem mudar o mundo.»
John Gray, New Statesman


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Autor

David Wootton

David Wootton é professor catedrático e Anniversary Professor de História da Universidade de York (Reino Unido). Entre as suas obras anteriores encontram-se Paolo Scarpi (1983), Bad Medicine (2006) e Galileo (2010). Foi orador nas Conferências Raleigh da Academia Britânica (2008), nas Conferências Carlyle de Oxford (2014) e nas Conferências Benedict em Boston (2014).

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