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Internacionalização e Globalização de Empresas

José Moleiro Martins

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Sinopse

As empresas portuguesas iniciaram o seu processo de internacionalização no início da década de 1990. O incentivo ao abandono das atividades do setor primário, a desindus­trialização e o desligamento da universidade e dos centros de investigação da realidade empresarial (apesar do apoio financeiro recebido da União Europeia), perpetuados por sucessivos Governos até aos nossos dias, contribuiu para adiar a criação de vantagens competitivas no mercado internacional através do fomento da inovação e do empreendedorismo em setores estratégicos da economia portuguesa. Desde a queda do «muro de Berlim» (ano de 1989) que a internacionalização das empresas portuguesas deixou de ser uma questão de opção, para se tornar num imperativo competitivo. O mercado é doméstico, mas a concorrência é global. A internacionalização das organizações pode começar pela sua integração numa cadeia de valor transnacional, a qual pode assumir a forma de uma rede baseada em acordos inter-empresariais nos planos nacional e internacional. As empresas não são autossuficientes em recursos e serviços que necessitam. A internacionalização é um processo dinâmico mediante o recurso a vários modos operativos associados ao compromisso (crescente) das empresas com os respetivos mercados servidos. A capacidade para produzir produtos e serviços vendáveis no mercado internacional é uma forma de assegurar a competitividade e de ajustar o posicionamento estratégico das empresas face ao aumento da concorrência decorrente da globalização. A incerteza inerente à globalização constitui uma oportunidade para as empresas «entrantes» (start ups e spin offs) no mercado onde a dimensão deixou de ser requisito competitivo, visto que a flexibilidade e adaptabilidade apoiadas no conhecimento (melhoria e criação de produtos de encontro às necessidades e às tendências do mercado) são uma fonte crucial de competitividade. A experiência internacional incipiente das empresas não deve ser vista como um handicap, uma vez que a internacionalização configura um fenómeno de aprendizagem contínua perante os desafios contingentes da concorrência.

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Autor

José Moleiro Martins

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