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Sinopse

Nos anos 60 e 70, as sociedades ocidentais viveram uma inédita revolução cultural, em que a questão da igualdade de géneros se tornouincontornável. Em Portugal, no Estado Novo, impunha- se um quadro de valores explicitamente defendido e promovido pelo governo («Deus, Pátria e Família»).
A actividade do jornalismo, e mais ainda a da reportagem, funcionou como um ecossistema fechado, ao qual as mulheres iriam aceder travando batalha em duas frentes principais: a do conservadorismo familiar-laboral e a dos conteúdos censurados, que, como um círculo vicioso, fomentavam a preservação de um modelo machista.
Isabel Ventura narra o papel pioneiro que as primeiras repórteres desempenharam e o modo como contribuíram para irreversivelmente modernizar a sociedade e as mentalidades em Portugal.

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Autor

Isabel Ventura

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