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As acções subversivas desencadeadas na Guiné
com o objectivo de tomar o poder e expulsar a
Administração Portuguesa concretizaram-se por
fases e alastraram como um incêndio, embora
nunca tenham conseguido implantar-se e consolidar-
se em todo o território. Dos vários movimentos
independentistas em presença, apenas
o PAIGC demonstrava estrutura, organização,
preparação e meios para realizar a subversão
com sucesso.
O Partido de Amílcar Cabral foi mobilizando a
população por fases, levando-a a desenvolver uma
resistência política, económica, cultural e armada
com vista a derrotar a Administração Portuguesa
e obter a liberdade, a independência e o reconhecimento
internacional.
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